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Professor nas Faculdade JK de Tecnologia e Faculdade JK Michelangelo no Distrito Federal; Mestre em Engenharia Biomédica pela UnB/FGA (2017); Graduado em Licenciatura em Computação pela Faculdade Fortium (2011); Membro da Comunidade LibreOffice Brasil desde 2013; Membro da TDF – The Document Foundation desde 2014; Coordenador Geral do FLISOL – DF nos anos 2018, 2017 e 2016; Pesquisador no Laboratório de Informática em Saúde (LIS) da UnB/FGA com pesquisas envolvendo Ontologia no Tratamento da Neoplasia Mamária (NM); Membro da Comunidade Soffware Livre de Brasília; Sócio da ASL – Associação Software Livre; Sócio da SBC – Sociedade Brasileira de Computação e Sócio da SBEB – Sociedade Brasileira de Engenharia Biomédica.

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Guia ODF, um Documento de Referência de Migração para Formatos Abertos

O Governo do Estado do Rio Grande do Sul desde que aprovou a Lei 14.009/2012 que define a adoção prioritária do padrão ODF - e a normatização do LibreOffice como aplicação padrão para textos, planilhas e apresentações, definida pelo comitê de Governança de Tecnologia da Informação e Comunicação (CGTIC).


Entre as ações realizadas para alcançar esses objetivos elaborou uma documentação com todos os desenvolvimentos, atividades e projetos relacionados ao tema. Isso já é uma grande novidade para projetos de implantação de padrões abertos e aplicativos livres como o LibreOffice, visto que, mesmo após tanto tempo de história no Brasil, a documentação destes projetos ainda é escassa. Não por falta de incentivo comunitário; pelo contrário. Eu, particularmente, há muito tempo insisto com os gestores das organizações que implementam o LibreOffice para que compartilhem a sua experiência e sei também que várias outras pessoas do projeto fazem o mesmo.


Pois bem, a documentação disponível já seria motivo para prestar atenção no projeto gaúcho. O que torna, todavia, as coisas mais interessantes é que esse conteúdo está sendo disponibilizado sob a licença GNU GPLv3, escolhida porque contempla adequadamente qualquer conteúdo, desde códigos de scripts até a documentação do projeto propriamente dita. Para o ecossistema, isso é uma grande contribuição, pois garante a possibilidade de continuidade do conhecimento, mesmo que no futuro o Governo do Rio Grande do Sul não esteja mais à frente disso.


 Até o momento, o exemplo que melhor ilustra essa iniciativa é o Guia ODF. Este documento tem como objetivo servir de referência estratégica e técnica para projetos de adoção do padrão ODF com base no LibreOffice. Para torná-lo uma contribuição efetiva à TDF, ele possui versões em português e inglês. Para baixá-lo, basta visitar o site da Política TIC RS e clicar no banner Guia ODF ou clicar diretamente no link abaixo.

 Imagem - Guia ODF

Melhor do que detalhar o conteúdo do Guia ODF é recomendar a sua leitura. É um documento dinâmico e ainda está na versão 0.2, por isso acompanhar a evolução do documento será importante para qualquer organização que tenha interesse na adoção de padrões abertos.

Émais um bom sinal do avanço que tem caracterizado o projeto LibreOffice no Brasil desde a sua criação.

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