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Henderson Matsuura Sanches
Professor nas Faculdade JK de Tecnologia e Faculdade JK Michelangelo no Distrito Federal; Mestre em Engenharia Biomédica pela UnB/FGA (2017); Graduado em Licenciatura em Computação pela Faculdade Fortium (2011); Membro da Comunidade LibreOffice Brasil desde 2013; Membro da TDF – The Document Foundation desde 2014; Coordenador Geral do FLISOL – DF nos anos 2018, 2017 e 2016; Pesquisador no Laboratório de Informática em Saúde (LIS) da UnB/FGA com pesquisas envolvendo Ontologia no Tratamento da Neoplasia Mamária (NM); Membro da Comunidade Soffware Livre de Brasília; Sócio da ASL – Associação Software Livre; Sócio da SBC – Sociedade Brasileira de Computação e Sócio da SBEB – Sociedade Brasileira de Engenharia Biomédica.

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Google compra Waze





wazeNesta terça-feira, 11, foi selada a aquisição do Waze pelo Google. O aplicativo de navegação e mapas foi comprado por cerca de US$ 1 bilhão, mas por que a empresa gastou todo esse dinheiro em um aplicativo?
O Mashable organizou uma lista com quatro motivos pelos quais o Google se interessou no app. Confira a seguir:
Não há muitas empresas de software de mapeamento
O Waze praticamente não tinha concorrentes reais pelo orçamento restrito de uma start-up. A empresa tem 110 empregados, fornecendo um serviço que é inviável para pequenas empresas de 15 funcionários, o que já elimina o surgimento de novos concorrentes. Além da mão-de-obra, também é necessário tempo e uma comunidade ativa de usuários para acertar este tipo de serviço.
Outro motivo que impede o surgimento de startups nesta área é a dificuldade de produzir mapas e o medo da competição com o próprio Google.
Google ainda não tem uma rede social de peso
O Google diz que o Google+ já tem 500 milhões de pessoas, mas a porcentagem deste número que realmente é usuária ativa do serviço é limitada. O Mashable vê a comunidade ativa do Waze como um ganho para o Google, já que o aplicativo fornece uma camada social em plataformas móveis, o que é bastante atraente.
Mapas são cada vez mais importantes
Segundo Julie Ask, vice-presidente da Forrester Research, consultoria que analisa o mercado de tecnologia, os softwares de mapas já estão lado a lado com e-mail e browsers em termos de funcionalidade. Os usuários parecem ter se acostumado nos últimos anos a confiarem no Google Maps.
Movimento defensivo
A aquisição foi uma forma de impedir que os concorrentes Apple e Facebook ganhassem força no setor. A empresa da maçã até tem o Apple Maps, embutido no iOS 6, mas a rede social de Mark Zuckerberg ainda não tem um recurso estabelecido de mapas.
O que o Facebook tem é praticamente um Foursquare, no qual o usuário pode fazer um check-in, mas não pode planejar rotas. E privar a rede social de ter o Waze ao seu lado dá ao Google uma boa vantagem. Se o app não trouxer inovações para o Google Maps, pelo menos ficará longe das mãos dos rivais.





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