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Henderson Matsuura Sanches
Professor nas Faculdade JK de Tecnologia e Faculdade JK Michelangelo no Distrito Federal; Mestre em Engenharia Biomédica pela UnB/FGA (2017); Graduado em Licenciatura em Computação pela Faculdade Fortium (2011); Membro da Comunidade LibreOffice Brasil desde 2013; Membro da TDF – The Document Foundation desde 2014; Coordenador Geral do FLISOL – DF nos anos 2018, 2017 e 2016; Pesquisador no Laboratório de Informática em Saúde (LIS) da UnB/FGA com pesquisas envolvendo Ontologia no Tratamento da Neoplasia Mamária (NM); Membro da Comunidade Soffware Livre de Brasília; Sócio da ASL – Associação Software Livre; Sócio da SBC – Sociedade Brasileira de Computação e Sócio da SBEB – Sociedade Brasileira de Engenharia Biomédica.

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Facebook Espiona até Quem não tem Conta no Site

Matéria veiculada no site Olhar Digital no dia 01/04/2015.

Um grande estudo realizado na Europa revelou que o Facebook espiona até internautas que não têm conta no site, na intenção de usar seus hábitos para vender anúncios publicitários. O caso foi reportado pelo The Guardian.

A agência belga de proteção de dados pediu a várias iniciativas que investigassem a atuação da rede social, entre instituições de ensino e departamentos de telecomunicações. Acabou descobrindo que Mark Zuckerberg e companhia usam seus plugins para rastrear qualquer internauta que passar por eles.

Isso é possível porque milhões de sites incluíram serviços como o botão "Like" e o sistema de login via Facebook. A rede explora esses produtos como espiões que incluem cookies nos computadores de quem acessar um desses milhões de sites.

Trata-se de uma atividade que infringe a legislação local, inclusive porque na Europa todos os sites são obrigados a informar, no primeiro acesso, sobre o uso de cookies.

Há uma ferramenta que permite o descadastramento dos radares publicitários do Facebook, mas, de acordo com o estudo, quem opta por usá-la acaba "infectado" pelo sistema da rede, que passa a ter uma forma de rastrear aquele internauta.

Um porta-voz do Facebook disse ao Guardian que o estudo contém "imprecisões factuais", reclamou que os autores nunca contataram a rede para obter posicionamentos e que a companhia está aberta a esclarecer os pontos problemáticos.

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