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Professor nas Faculdade JK de Tecnologia e Faculdade JK Michelangelo no Distrito Federal; Mestre em Engenharia Biomédica pela UnB/FGA (2017); Graduado em Licenciatura em Computação pela Faculdade Fortium (2011); Membro da Comunidade LibreOffice Brasil desde 2013; Membro da TDF – The Document Foundation desde 2014; Coordenador Geral do FLISOL – DF nos anos 2018, 2017 e 2016; Pesquisador no Laboratório de Informática em Saúde (LIS) da UnB/FGA com pesquisas envolvendo Ontologia no Tratamento da Neoplasia Mamária (NM); Membro da Comunidade Soffware Livre de Brasília; Sócio da ASL – Associação Software Livre; Sócio da SBC – Sociedade Brasileira de Computação e Sócio da SBEB – Sociedade Brasileira de Engenharia Biomédica.

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Ao mesmo tempo, Rendição e Resistência

Imagem Retirado do Google
Rendição e resistência no movimento software livre.

No sábado escutei um CD do Gilberto Gil na casa de um amigo.

Em uma estrofe de uma música, lembrei do software livre:

"Quando os povos d'África chegaram aqui Não tinham liberdade de religião
Adotaram Senhor do Bonfim:
Tanto resistência, quanto rendição"


E fiquei pensando na história do software livre e no momento atual. No embate com o software proprietário, quais foram e quais são as rendições que ao mesmo tempo são resistências?

Instalar software proprietário no sistema Linux - plugin Flash no navegador, Skype, driver de placa de vídeo, etc. - é resistência e rendição?

Instalar no sistema Linux, através do Wine, software proprietário para Windows, é rendição e resistência?

Utilizar no sistema Linux uma interface semelhante ao Windows é resistência e rendição?

Faz algum sentido formular questões dessa forma?

O que vocês acham?

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