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quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Você gosta do WhatsApp? Pois saiba que você pode ficar sem ele.

Para você entender o que está em jogo no #MarcoCivil se acabarem nele com a neutralidade da Rede, vamos a um exemplo utilizando o hit do momento, o WhatsApp.

Serviços como o WhatsApp nunca se tornariam populares em tempos de quebra de neutralidade. Esse tipo de serviço compete diretamente com um serviço oferecido pelas teles, o SMS. A estimativa é que esse tipo de serviço já tirou das teles cerca de 23 bilhões de dólares.

Assim, as teles colocariam esse serviço somente nos pacotes mais caros de acesso, só baixando o preço caso esses serviços compensassem elas financeiramente (ou seja, devolvessem os 23 bilhões de dólares retirados de suas receitas). Outra hipótese é a criação de serviços próprios das teles e que só estariam disponíveis em sua operado específica. Assim, clientes da OI só teriam contato com outros clientes da OI, os da Vivo com os da Vivo e assim por diante. Em casos mais extremos as teles poderiam, em tese, bloquear integralmente esse tipo de serviço em suas redes.

Isso pode acontecer com uma série de serviços que você está acostumado/a a usar na Internet.
Veja como a quebra da neutralidade pretendida por alguns deputados/as em nome das teles no #MarcoCivil afetariam diretamente a sua vida.

Entre em contato com os deputados/as e diga que você quer que ele/a aprove o relatório final apresentado pelo Relator Alessandro Molon que garante a neutralidade da Rede.

Você pode fazer isso mandando mensagens de e-mail automaticamente através do site do IDEC (http://www.idec.org.br/mobilize-se/campanhas/marcocivil) ou mandando tweets, e-mails ou telefonando diretamente para os deputados e ajudando a compor esta tabela aqui: http://marcocivil.org.br/noticias/de-qual-lado-estao-os-deputados-democracia-x-corporacoes/ 

Continuar usando a Internet de forma livre depende agora, mais do que nunca, de sua luta.

Matéria retirada do site @RLESOPHIA 

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