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Professor nas Faculdade JK de Tecnologia e Faculdade JK Michelangelo no Distrito Federal; Mestre em Engenharia Biomédica pela UnB/FGA (2017); Graduado em Licenciatura em Computação pela Faculdade Fortium (2011); Membro da Comunidade LibreOffice Brasil desde 2013; Membro da TDF – The Document Foundation desde 2014; Coordenador Geral do FLISOL – DF nos anos 2018, 2017 e 2016; Pesquisador no Laboratório de Informática em Saúde (LIS) da UnB/FGA com pesquisas envolvendo Ontologia no Tratamento da Neoplasia Mamária (NM); Membro da Comunidade Soffware Livre de Brasília; Sócio da ASL – Associação Software Livre; Sócio da SBC – Sociedade Brasileira de Computação e Sócio da SBEB – Sociedade Brasileira de Engenharia Biomédica.

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A responsabilidade com o que se Cativas!

Preciso fazer uma replica ao tema para iniciar o texto que pretendo expor "Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas"( A. S. Exupéry) esse breve trecho dessa grande obra de Exupéry pode deixar claro a mensagem que pretendo passar, a influência da obra O Pequeno Príncipe em minha vida é sem sombra de dúvidas algo de extrema importância para entender o comportamento humano diante do relaciomento entre as pessoas, nas quais enquadram-se: família, amigos e outros que proporcionaram algum sentindo especial em nossas vidas.

A importância de valorizar o que se cativa, termo esse que o autor coloca com muita adequação deveria ser aplicado a todos nós, essa responsabilidade que necessitamos de exercer a quem se torna importante em nossas vidas, muitas vezes é deixado em conta a favor de nosso egoísmo e prepotência. É contundente perceber o quanto podemos deixar certas tarefas necessárias ao bom relacionamento de lado, finalizar relações e deixar com que as melhores lembranças e até mesmo o ser que participou com você de todas trocas e apredizagens se morra, como se o descarte fosse algo apropriado e mais indicado pra se fazer. É triste depois de ser cativado por alguém simplismente perceber que a responsabilidade com que a pessoa que o fez deveria assumir, acaba se resumindo em uma falta de sensibilidade a ponto de transformar tudo aquilo que um dia foi vivo em morto. Não considerar nem mesmo suas boas qualidades e a trocas que foram exercidas durante uns dias, semanas, meses e anos de convívio. Toda a beleza que um dia foi exercida no contato com os seres cativantes vão de forma imediatamente sendo exterminadas em um tempo breve e insignificante diante da grandiosidade que os dois representaram pra si.

Essa indignação ao meu ponto de vista é também aplicada a mim, pois sou humano e tenho cometido esse pecado em algumas vezes, mas tento com o passar do tempo desenvolver cada vez mais uma sensatez digna de cumprir o papel proposto pela questão de quem cativa, precisa ser eternamente responsável por aquilo que cativou, afinal não cativamos coisas e sim seres.

Comentários

  1. Amo "O Pequeno Principe" acho que deveria ser um livro obrigatorio nas escolas. Alem de ser uma leitura agradavel mostra um pouco do que somos e do que deveriamos ser. Das responsabilidades que assumimos e nao cumprimos, do nosso apego que sufoca ou mesmo da falta de compromisso. Tudo e parte de um todo.

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